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domingo, 31 de março de 2013

ORDENAÇÃO DOS NÚMEROS NATURAIS NA RETA NUMÉRICA



                                            
                              Trenzinho

O jogo enquanto ferramenta de aprendizagem vai se desenvolver de forma positiva, se o educador souber trabalhar adequadamente com ele.
É sabido que muitos vêem este tipo de atividade como atividade de disputa, onde há perdedores e ganhadores e uma grande parte dos docentes dissemina este conceito errôneo que se tem desta atividade. Quando se trabalha o corpo, a ludicidade e o jogo, desenvolvemos diversas potencialidades como a criatividade, o prazer, a interação entre as pessoas, a cooperação, entre outras.
O Trenzinho é uma forma bastante interessante e simples  para se trabalhar em sala de aula.

Objetivo: O objetivo deste jogo é ensinar as crianças a localizar e representar os números naturais de 0 à 9 na reta numérica.

Material utilizado: Papel ofício e lápis de cor para confeccionar o trenzinho.

Desenvolvimento da atividade:

1- Desenha no papel um trem com 10 vagões e fixa no quadrado.

2- Divide a sala em grupos de meninos e meninas e chama-se 5 representantes de cada grupo.

3- Escreve em pedaços de papeis números de 0 à 9 e coloca-os em ordem aleatória de maneira que os alunos não vejam os números.

4-Cada componente de equipe terá que pegar um número e (colocar) colar no vagão correspondente, de modo que a ordem de 0 á 9 esteja correta.

5- Vence a equipe, que de acordo com o numero que escolheu fizer a maior pontuação. Para tanto, a cada número colocado no vagão o professor deverá somar por equipe.

Obs: Os números colocados na ordem errada, será dado ponto a equipe oposta.

Por Nivalda Ferreira









A atividade é todo e qualquer movimento que tem como objetivo produzir prazer quando se sua execução, ou seja, divertir o praticante. A atividade lúdica também é conhecida como brincadeira.
A atividade lúdica de ordenação de números naturais na linha reta de 0 a 20.


Desenvolvimento da Atividade:
1.       Tracar uma reta no quadro ou numa folha de cartolina e numera-lo de uma ponta a outra e marque o zero na extremidade esquerda

2.       Dividir a sala em equipe

3.       Sorteie nº como se fosse um bingo e entregue-o para um grupo de cada vez  para marca-lo na linha reta.

4.       As fichas devem estar devidamente numeradas.

Material Utilizado: Fichas, cartolina, hidrocor, quadro negro, giz.


Público Alvo : Crianças de 6 a 8 anos

Por Milena Agostinho

sábado, 30 de março de 2013

ORDENAÇÃO DOS NÚMEROS NATURAIS NA RETA NUMÉRICA




EXEMPLOS DE ATIVIDADES LÚDICAS QUE PODEM SER 
UTILIZADAS NA SALA DE AULA



As atividades lúdicas como os jogos ,as brincadeiras entre outros,devem ser vivenciadas pelos educadores porque é um ingrediente indispensáveis no relacionamento entre as pessoas,bem como a possibilidade para que afetividade,prazer,autoconhecimento,cooperação,autonomia,imaginação e criatividade cresçam,permitindo que o outro construa por meio de alegria e do prazer de querer fazer e construir.

Ensinar Matemática é desenvolver o raciocínio lógico,estimular o pensamento independente ,a criatividade e a capacidade de resolver problemas.Como educadores ,devemos procurar diversas alternativas para envolver os alunos em sala de aula,estimulando a concentração,autoconfiança,organização e estimulando a socialização e aumentando as interações do indivíduo com outras pessoas.

                                                                                                                                      Por Telma Palha



  • O TRENZINHO COLORIDO








Quando foi proposto criar uma atividade lúdica de ordenação de números naturais na reta numérica, imaginei diversas atividades para se trabalhar em sala de aula. Dentre várias escolhi uma atividade que acho bastante interessante para se trabalhar com os números.
Elaborei uma atividade que consiste em distribuir aleatoriamente os números confeccionados com EVA para os alunos sinalizar os vagões de acordo com a quantidade de ovos inseridos em cada vagão.
Nessa atividade pode destacar o posicionamento dos números em ordem crescente.
A aprendizagem através desse simples jogo permite que o aluno faça da aprendizagem um processo interessante e divertido.
Para o desenvolvimento da atividade deve-se contar primeiramente a história.

Atividade proposta por Telma Palha

Fonte : http://arterabiscoseletras.blogspot.com.br/2011/03/trezinho-numerico-da-dona-galinha.html


  • TIRA AO ALVO COM OS NÚMEROS NATURAIS











Prêmio:











Nome da atividade: Tiro ao alvo

Objetivo da atividade:
* Localizar e representar os números naturais na reta numérica.

Conteúdo:
* Números naturais
* Reta numérica

Desenvolvimento:
Para que o jogo tenha um referencial, uma reta será preenchida do número zero até o número nove onde cada numero será representado por um símbolo e duas retas estarão incompletas apenas com os números para que cada grupo preencha na medida em que retirar da Caixa surpresa o símbolo. Para que o jogo tenha maior dinamismo e objetividade o professor perguntará ao aluno sobre aquele símbolo que fora retirado da respectiva caixa, ou seja, caso o aluno pegue o símbolo   , que é representado pelo número 3 o professor mediará o jogo relacionando outro número da reta numérica perguntando se o número selecionado é sucessor ou antecessor daquele que foi preenchido na reta numérica. Para que o jogo discorra de forma proveitosa o aluno terá que ter o conhecimento prévio sobre o assunto citado. O Grupo que acertar o maior número de símbolos na reta numérica e responder a pergunta corretamente será o vencedor da prova.



Atividade proposta por Jessiane Pereira e Laís Santana.


  • O TRENZINHO DA DONA GALINHA








O trenzinho de Dona Galinha na reta numérica consiste em confeccionar um trenzinho de EVA ou papel com vagões . 
Os alunos devem colocar o número correspondente a quantidade de ovinhos. 
Para fixação colocar um velcro no vagão e nos números ,antes contar uma história em que a galinha foi passear ,mas deveria levar todos os ovinhos organizados nos vagões. 
Nós temos que ajudar a dona galinha a marcar a quantidade de ovos em cada vagão.O trenzinho possui 10 vagões distribuídos em quantidades de 0 á 9,distribui os números aleatoriamente para os alunos fixarem nos vagões de acordo com a quantidade de ovinhos.

Atividade proposta por Regina Silva

LOCALIZAÇÃO NA RETA NUMÉRICA.

Materiais usados:


    Tampinha Pet
    Numerais de 0 a 9 ou figuras diversas feitos de Eva.
    Cola de isopor
    Uma reta numérica feita em papel cartão/cartolina.


PÚBICO ALVO:

Esta atividade pode ser oferecida a crianças do ensino fundamental um (03 a 05 anos).

OBJETIVO DA ATIVIDADE:

Esta atividade é proposta para que as crianças possam ter um melhor conhecimento dos numerais naturais e ter uma breve iniciação nos estudos da reta numérica.

COMO EXECUTAR A ATIVIDADE:

 Consiste em colar os numerais nas tampinhas ou se preferi colar miniatura de desenhos nas tampinhas (lembrando que se usados desenhos deve-se ter vários com a mesma forma e também varias figuras diferentes nas tampinhas), depois mistura todas as tampinhas.
Dividi a sala em grupos e distribuir a mesma quantidade de tampinhas para cada grupo. Pedir que as crianças localizem na reta os números ou pode ser  pedido que eles  organize as tampinhas de duas em duas.
Se usar as tampinhas com as figuras pedir que eles efetue a soma dos desenhos iguais em seguida tente encontrar a quantidade equivalente na reta que deve ser de um tamanho que seja possível para as crianças localizem o numero correspondentes com mais facilidades.


Obs. depois as tampinhas com as figuras podem ser utilizadas como carimbos e só utilizá-las com tinta gauche não toxica própria para crianças
Atividade porposta por Jeane Ribeiro

CONCEITUAÇÃO, MANIPULAÇÃO E APLICAÇÕES (As três componentes do ensino da Matemática)

Resenha elaborada por Jônatas Lima .


O autor comenta no início do texto de dois aspectos que se completam mas que precisam ser considerados separadamente. Ele chama os de global e local e relaciona com a estrutura do curso e a didática das aulas. O autor fala que há três componentes fundamentais no ensino da matemática que são chamadas de Conceituação, Manipulação e Aplicações e que a dosagem correta dela depende o equilíbrio do processo de aprendizagem, o interesse dos alunos e a capacidade para empregar o aprendido.

Ele afirma que a conceituação é a formulação correta e objetiva das definições matemáticas, o enunciado preciso das preposições, a prática do raciocínio dedutivo e a interpretação das idéias e fatos. Ele destaca que a conceituação é indispensável para o bom resultado das aplicações.

Também afirma que a manipulação está para o ensino assim como a prática dos exercícios e escalas musicais está para a música. E que com isso, se ganha habilidade no manuseio de equações, fórmulas e construções geométricas.

O autor explica que as aplicações são empregos das noções e teorias da Matemática para obter resultados, conclusões e previsões. E é, conforme o autor explica, com as aplicações que está a principal razão pelo qual o ensino da matemática é tão difundido e necessário e que por meio de desafios, as aplicações desenvolvem a criatividade, nutrem a auto­estima e recompensam o esforço de aprender.

O autor comenta sobre o período da Matemática Moderna (décadas de 60 e 70) que teve uma forte predominância da conceituação mas em detrimento das outras componentes. Não havia espaço para as manipulações e muito menos para as aplicações. Com isso, a matemática que se estudava na escola era apenas um vago e inútil exercício de generalidade, que era incapaz de se inter-relacionar com as outras disciplinas. Um exemplo que ele destaca é o conceito de função, onde há uma flagrante falta de objetividade, pois muitos livros didáticos tratam como um conjunto de pares ordenados enquanto que se deveria pensar numa função de modo dinâmico.

Ele também destaca que a manipulação é erradamente a mais difundida e há quem pense que a matemática se resume a exercícios com elaboradas frações numéricas ou algébricas.

Ainda acerca do excesso de manipulação, o autor fala do que ele chama de método peremptório em que omitindo as demonstrações na Geometria, o ensino acaba se reduzindo a manipulações numéricas.

Ele alerta que as demonstrações pertencem a área conceituação mas que não deve ser demonstrado o que é intuitivamente evidente pois a demonstração serve para convencer na base da razão.

O autor termina o artigo falando que o uso das aplicações adequadamente em termos realísticos, podem justificar o estudo de conceitos e manipulações. Ele sugeri que cada capítulo deveria começar com um problema cuja solução requeresse o uso da matéria que vai se estudar e que a falta de aplicações para os temas estudados é o defeito mais gritante do ensino da Matemática.


Fonte: http://jonatasffl.blogspot.com.br/2008/06/resenha-conceituacao-manipulacao.html

A resenha foi elaborada a partir do texto que pode ser encontrado em:  http://objetoseducacionais2.mec.gov.br/bitstream/handle/mec/20082/pdf/rpm41.pdf


Postado por Jessiane Pereira.